terça-feira, 12 de maio de 2015

Vento, o
Coração, sopra.
Venta, bate 
O amor. Fresco.
Frescas, são as folhas lá 
aonde a primavera
aflora. 

Wind, 
The Heart, blows.
Blows the wind, beats
The love. Fresh. 
Fresh , are the leaves outside 
shaking. There,
where the spring 
arises.

domingo, 3 de maio de 2015

A noite começava,mas já se passava das 22hs. O vento,que soprava ameno,desenhava nas folhas a harmonia da noite. Não se viam as notas,mas se ouvia o doce tilintar dos galhos,pelos movimentos de bateria acústica,que faziam. O olhar era filtrado pelo vidro da janela,que também refletia a fresca lua que lá no alto brilhava. As vezes,até se confundiam as luzes dos altos metálicos,com a do astro. Tudo era tão vivo,que a aquarela que se desenhava, alternava as cores com o segundo do vento. Não havia nada programado,só o pensamento que insistia em dizer que a vida não é agora. Somente questões cortavam esse espaço mágico,pois ali elas se viram em necessidade de mudança. Viajaram alguns segundos para compreenderem que também elas estavam surgindo agora. No ato. No fato de observar a hora. Curiosas,levantaram até o limite do que podiam imaginar; e se viram presas no limite do precipício: A janela. Não conseguiam entender,como sentiam o vento lá fora,sem ventar aqui dentro. Tiveram um choque. E como resposta,as árvores balançavam ofegantes,a intensidade aumentava,na medida que se caminhava para a porta,precipício delas. E como um estouro,sentiram vontade de gritar, de desaparecer, pois mais nada,se compreendia agora. E num surto de desespero, arrombaram a porta. Saltaram do precipício e começaram a chorar vento. Tudo o que se sentia, eram notas musicais ofertadas pelo ato,fato. Voavam tão livres, que se integraram a noite e desapareceram. Abro a janela, sinto uma brisa fresca. A vida vem, sinfonicamente, como resposta e me arrasta adentro no ato. Fato,voava a Vida (d)no Agora.

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Acorda reza
agradece o movimento
levanta. Mãos pro alto.
Espreguiça a boca escova.
Acorda. Lanche na mochila
por que a vida cobra. Anda
pra frente impulso de
gente. Tip tap das portas.
Sai. Na rua se transforma.
Corre corre e a na vida se escora.
Tic tac e já é hora. Caminha.
Mastiga o alimento
passos fugazes no asfalto.
Certeza de satisfação pois
é suficiente. Passo a
passo conecta os pontos na Terra.
Quadrados caminhados.
Outro caminho encontrado.
Hipotenusa:O quadrado dos passos
somados é igual ao destino.
Construido. Na Construção:
ei! Não obrigado,nã tem mesmo.
Música e o lado direito escondido.
Alento da realidade. O sinal abriu.
O lado esquerdo guia,pois caminhar é preciso.
Senta.Tudo o que move está dentro.
Abismo. Risco;o papel se abre.
A fé. Levanto. Olho e
continua verde. Corro.
Topo. Atravesso.
Sinto-me inteiro. É hora
do treino. Enfrento.
O coração se preenche.
Completo o dia. Banho-me
com a lua Deito.
Hora de benção.
Dia de guerreiro.

domingo, 21 de setembro de 2014

Em meu silêncio
Troveja como uma torrente,
Escorre como a mais
potente das forças;
Chega ao centro. Eu
Sento sinto sou.
Em meu silêncio
Disperta a mais bela arte,
Homem
Ser.
Tudo que cerca é caminho.
Em meu silêncio
Anda escondida,mas
Presente. Guia invisível
das minhas benções.
Em meu silêncio,
Surge o inesperado,
Intrépida trupe ao destino
Caminha.
Em meu silêncio,
O intocável é visível,
E o que não se vê, com certeza,
É destino.
Em meu silêncio,
A fé cria o
Caminho.

terça-feira, 2 de setembro de 2014

"Setembrando"


Mês da leveza;
Veio como uma rajada de vento. Todos sabiam que ele chegaria,mas resolveram 
esperar pela ação do tempo. 
Como um filho,antes de ser parido,chutou,esperneou,trouxe esperança,amor e de repente chegou. Para todos aqueles que o esperavam sem planos,veio como um furacão,trazendo consigo um redemoinho de arrependimento. Pois,nada eles fizeram durante 9 meses,somente viram a somatória das horas mandarem os dias embora. O tempo foi e é cruel e existe só para aqueles que nele se criam; e não para aqueles que o esperam. Nesse, esses já se foram,são segundos passados.
Setembro veio, cheio de energia e com a leveza de todo dia quando começa. Que venha,que entre, que adentre.Que seja vivo,como cada segundo que respira. Que seja intenso em cada milésimo de sorriso;
e antes que me mostre uma outra direção, em Setembro
(ando).

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

A paralisia causa a perda da espontaneidade: domínio que pelas minhas mãos caminham, assim como a mudança. A ideia é caminhar ao meio dos inimigos,mostrando foco e boas atitudes, a com convicção de estar fazendo o certo, são caminhos de libertação. É a liberdade do agora. O poder a gana e a vontade de vencer. Dificuldades são necessárias para se enfrentar e crescer e vencer, pois os vencedores caminham sempre por entre,por dentro;não caminham a esmo e até na inércia estão em movimento.
Capazes de controlar o medo e a negativa influência da mente, simplesmente caminham,acreditando que somente o poder de suas ações e pensamentos são capazes de colorir toda e qualquer possibilidade negativa da vida do coração e da mente.
Caminham, independente do passado ou do futuro. No presente, precisam vivenci(ar). Vencer a limitação do corpo e quebrar a barreira da mente.
Caminham, sabendo que só lhe resta fazer todo dia,pois esse sim é o único caminho possível para se construir o sólido o forte o hoje. Com os esforços,brigo, diariamente me desfaço,viro água para caminhar.
Aos m(eu)s esforços e convicções só acredito que posso: ser um vencedor; Cabe a mim.
É o poder da decisão: o lugar onde os mares se abrem e as curvas viram retas!! 
Esse é o caminho da evolução.
So
cabe (em)a mim!

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Sintomas de distancia
sopraram sob os ventos de outrora
salgados zumbidos aos ouvidos
surdos;
A vida era infinito e
a ... memorias e momentos e mar
amordaçados pelo peito que
admirado com sua coragem
Uivava.
Dançava sua solidão; que
Através de olhos espelhos d'agua
Desejava o calor o olhar proximo o afago,suspensos pelo
Eco.